02 janeiro 2007

Jabs de ano novo

Poisé, poisé, 2007 chegou e eu ainda estou por aqui.

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A festa de reveillón foi boa, obrigado por perguntar. Bem melhor do que eu imaginava, mas como minhas expectativas eram pra lá de baixas, isso não é nenhum lucro.

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Não quero falar mais nada a este respeito.

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Aliás, vocês leram o texto do Xico Sá, no Ponte Aérea/SP?

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Vale a visita. Mas leia o meu texto até o final antes de debandar pra lá.

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Só por consideração, pô!

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2007, pelo que me disseram, será um ano ímpar.

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Mas só porque depois de um par sempre vem um ímpar.

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Aliás, de 2006 tenho muito o que comemorar.

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Foram dois livros lançados, um deles na Bienal de SP e outro na Casa das Rosas.

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Era para ser três, mas isso será resolvido este ano, que aliás já tem mais dois indo pro prelo.

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Não tenho resoluções, pois nunca as cumpro e então desisti de tentar resolver o insolúvel.

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Aliás, sobre o reveillón tem crônica nova no Psicopata Enrustido.

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Está mais pirada que o normal. Mas caso interesse dentro de alguns dias vou colocar algo aqui que ajudará um pouco a elucidar o mistério.

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Não, eu não sei que catzu aqueles babacas estão fazendo naquela porra de ilha.

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O projeto que me sugou a alma acabou, finalmente. Teve até comemoração fatigada. Agora é hora de recolher os espólios. Entre mortos e feridos não sobreviveu ninguém.

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Só eu, pra variar, mas apenas para apagar a luz.

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Aliás, deixa eu voltar para o trabalho, pois o ano mudou mas minha situação hierárquica não.

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Ainda não.

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